A viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) e equipe à Rússia, prevista para daqui a quinze dias, gera preocupações diplomáticas e até cobranças, diante do momento de tensão que envolve o país e a comunidade internacional, por causa do suposto risco de invasão da Ucrânia.
O temor de setores da diplomacia brasileira e até de assessores do Planalto é que haja “sinais truncados” na interpretação das autoridades a nível mundial do que, a princípio, é uma missão de caráter comercial e institucional – “nessa ordem”, explica fonte ouvida pelo blog.
Em entrevista à Record TV nessa segunda, o presidente Bolsonaro – que deseja manter a viagem – tentou delimitar a questão do conflito que envolve a Ucrânia e distanciar-se do tema. “Queremos cada vez mais é integrar com o mundo na relação comercial e poder colaborar, no que for possível, para a paz mundial”, ressaltou.
Tags
POLÍTICA