Os crimes trouxeram prejuízo de R$ 731 mil aos cofres públicos. Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, na sede de empresas e nas residências de gestores públicos investigados.
Segundo a apuração, os envolvidos teriam se aproveitado da situação emergencial, decorrente da Covid-19, para celebrar contratos de adquisição de itens de combate à pandemia.
Entretanto, os valores foram usados para a compra de produtos supérfluos e com preços elevados, como protetores solares de marca francesa, vitaminas, suplementos alimentares, hidratantes corporais, dentre outros.
Durante as diligências foi apreendida a quantia de R$ 22 mil em espécie na residência de um servidor do departamento de compras e quase 10 mil unidades de medicamentos adquiridos com o dinheiro público, que estavam na residência particular de uma servidora.
Além da dispensa indevida de licitação, os suspeitos deverão responder ainda pelos crimes de peculato, corrupção ativa e passiva.
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