Elon Musk teria assediado funcionária da SpaceX e pagado por silêncio, diz site

A empresa teria feito um acordo de US$ 250 mil para não ser processada pela vítima, segundo o "Business Insider" 

Por Gabriel Rodrigues
Elon Musk respondeu a site que "há muito mais sobre essa história", a respeito a denúncia de assédio sexual — Foto: Patrick Pleul / POOL / AFP

Após semanas em manchetes dos principais jornais do mundo ao iniciar a aquisição do Twitter, Elon Musk, o homem mais rico do mundo, voltou a ser assunto nesta sexta-feira (20), foco de uma reportagem do site de negócios norte-americano “Business Insider”, que detalha um caso de assédio sexual que ele teria cometido contra uma aeromoça terceirizada da SpaceX, empresa aeroespecial comandada por ele. 

A empresa teria pagado US$ 250 mil para a mulher se manter em silêncio sobre o caso, segundo documentos aos quais o “Insider” disse ter acesso. De acordo com o relato do site, obtido por meio de uma amiga da vítima e outros documentos, Musk teria exposto seu pênis ereto à mulher, que trabalhava na linha de jatos corporativos da empresa, apalpado as pernas dela sem consentimento e oferecido pagá-la por uma “massagem erótica”. 

O bilionário teria oferecido, inclusive, comprar um cavalo à mulher em troca da massagem, já que ela costumava praticar montaria no animal. Antes disso, ao começar a trabalhar na empresa, ela já teria sido encorajada pela companhia a fazer um curso de massagem para atender Musk.

O caso teria ocorrido em 2016 e, depois disso, a aeromoça, que era terceirizada, teria recebido cada vez menos trabalho na SpaceX. Ela não era massagista, mas a SpaceX tem tradição em oferecer massagens aos executivos que voam em seus jatos e contrata profissionais especialmente para isso.

A vítima teria denunciado o caso à SpaceX em 2018 e, sem passar pela Justiça, recebido US$ 250 mil em um acordo para não entrar com um processo ou comentar o caso. A própria mulher não aceitou conversar com o “Insider” e a amiga que revelou a história procurou a revista sem consentimento da vítima, movida, segundo ela, pela responsabilidade de expor o caso de assédio sexual.

“Há muito mais nessa história”, diz Musk

Procurado pelo “Business Insider”, Musk teria pedido mais prazo para responder e afirmado que “há muito mais nessa história”. “Se eu tivesse inclinação a cometer assédio sexual, dificilmente essa seria a primeira vez que isso viria à luz, em meus 30 anos de carreira”, continuou, chamando a reportagem de “politicamente motivada”. 

A revista teria estendido o prazo para ele responder às denúncias, mas ele não teria respondido. Após a publicação da reportagem, Elon Musk escreveu um post no Twitter atacando a matéria. 

"Os ataques contra mim devem ser vistos pela lente da política – esse é o passo a passo (deplorável) deles –, mas nada vai me impedir de lutar por um bom futuro e pelo direito à liberdade de expressão", publicou. 

O presidente jurídico da SpaceX, Christopher Cardaci, respondeu que não comentaria sobre qualquer acordo e a empresa não não respondeu aos contatos da publicação.

Fonte: O Tempo.

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