Operação prende sete lojistas suspeitos de revender celulares e notebooks comprados com cartões clonados, em GO e no DF.

Prejuízo chega a R$ 1 milhão, segundo a Polícia Civil. Quadrilha comprava produtos eletrônicos com cartões clonados e repassava para os empresários com valor abaixo do mercado. 

Por Rafael Oliveira, g1 Goiás
Polícia Civil faz operação para prender empresários suspeitos de revender eletrônicos com cartões clonados em Formosa, Goiás — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil prendeu sete lojistas nesta sexta-feira (26) suspeitos de revender celulares, notebooks e bebidas alcoólicas que foram comprados com cartões clonados em sites na internet. A polícia cumpriu ainda 10 mandados de busca e apreensão nas residências e lojas dos suspeitos em Formosa, no Entorno do Distrito Federal (DF), Cabeceiras e no DF.

Prejuízo chega a R$ 1 milhão, segundo a polícia. Com os investigados, os policiais apreenderam diversos iPhones, bebidas alcoólicas e duas motos de luxo. A Polícia Civil recebeu denúncia de compras feitas na internet com cartões clonados e iniciou a investigação, em maio deste ano. 

Os nomes dos suspeitos não foram divulgados pela polícia. Por isso, o g1 não localizou a defesa para se manifestar até a última atualização desta reportagem.

Segundo a polícia, os empresários foram presos por estelionato, associação criminosa, lavagem de capitais e uso de documento falso. 

O delegado Yasser Yassine explicou que uma quadrilha comprava produtos eletrônicos com cartões clonados e repassava para os empresários com valor abaixo do mercado, e eles sabiam a procedência dos equipamentos. 

Os integrantes da quadrilha foram presos na primeira etapa da operação, em maio deste ano. Eles tinham base de operação em Formosa e Cabeceiras, além do DF. A investigação apontou esses investigados compravam dados de pessoas na internet. Depois, falsificavam documentos e faziam cartões de créditos. Às vezes, compravam o cartão clonado diretamente para encurtar o processo. 

Segundo a investigação, centenas de transações foram realizadas pela internet, sendo que, a partir do momento em que os titulares dos cartões de crédito tomavam conhecimento da fraude e contestavam a compra, a mercadoria já havia sido entregue, acarretando prejuízos à pessoa jurídica vendedora. 


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