Goiás chega a 12 casos de varíola dos macacos

Conforme o novo boletim de casos de Monkeypox – varíola dos macacos da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), o número de casos confirmados subiu para 12, nesta sexta-feira (22). Na quinta-feira (21) eram dez. Outras 16 notificações estão sendo investigadas.
Na capital, Goiânia, são nove casos confirmados; em Aparecida de Goiânia são duas pessoas e uma em Inhumas. Todos os contaminados são homens, na faixa de idade dos 26 aos 43 anos. Em todo o mundo são 15.848 casos confirmados com cinco mortes. Somente no Brasil são 607 casos. Em Goiás houve 35 notificações, sendo que seis foram descartadas e outras 16 estão em investigação.



Os casos suspeitos demoram cerca de 15 dias para serem confirmados ou descartados pois os exames de diagnósticos são enviados para a Universidade Federal do Rio de Janeiro, único lugar no país que é feito a análise. 

A SES-GO informa ainda que até o momento não há transmissão comunitária de varíola dos macacos no Estado e que a Secretaria tem feito treinamentos frequentes com toda a equipe de saúde sobre a vigilância, atendimento e diagnóstico da doença. 

Inhumas registra o primeiro caso

A cidade de Inhumas, cerca de 40km de distância de Goiânia, é a primeira cidade a confirmar caso da doença. A superintende de Vigilância em Saúde, Fernanda Mazão, informou que a contaminação é “importada”, ou seja, o homem contaminado teve contato com alguém que estava em viagem. O caso está sendo monitorado pela pasta, bem como a pessoa que passou a doença. O homem está em isolamento.

Doença 

A doença causa febre, dor no corpo e aparecimento de gânglios e lesões, que surgem no rosto e se espalham para as mãos e plantas dos pés. O período sintomático pode durar de uma a duas semanas e, depois disso, as feridas costumam desaparecer. A transmissão é feita por contato direto ou indireto, em superfícies contaminadas.

A varíola “do macaco” recebeu esse nome porque o vírus foi isolado pela primeira vez entre esses mamíferos. Contudo, atualmente, a doença é mais comum entre os roedores.

Prevenção

Os cuidados são semelhantes aos do coronavírus, como o distanciamento social, uso de máscaras faciais e lavagem constante das mãos. Nos casos suspeitos ou confirmados, é necessário o isolamento do paciente. 

Fonte: O Popular

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